
As decisões de responsabilidade da PREVI e do BB já foram tomadas. Agora, as alterações no regulamento serão apreciadas pelo DEST, o Departamento de Supervisão e Controle das Empresas Estatais, vinculado ao Ministério do Planejamento; pelo Ministério da Fazenda e pela PREVIC (Superintendência Nacional da Previdência Complementar).
Por ser empresa controlada pela União, o Banco do Brasil é obrigado a obter o parecer favorável do DEST e da Fazenda em qualquer alteração nos seus planos de benefícios previdenciários, inclusive quando tais alterações decorrem da destinação de superávit. O pedido de aprovação está sendo encaminhado aos dois órgãos, mas já houve reuniões prévias com dirigentes eleitos da PREVI e representantes do banco, para solicitar agilidade no processo de aprovação.
A etapa final será a análise pela PREVIC, depois da emissão dos pareceres do DEST e Fazenda. Também já foram realizadas reuniões com a PREVIC, para expor detalhes do novo regulamento. Somente com a aprovação final dos órgãos de governo os benefícios especiais temporários poderão ser pagos aos associados. “Estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance para agilizar a aprovação e deixar a PREVI preparada para fazer o pagamento assim que houver o sinal verde da Superintendência”, afirma José Ricardo Sasseron, Diretor de Seguridade.
Benefícios especiais de 2007
A folha de pagamento de dezembro de 2010 foi processada com a incorporação dos benefícios especiais de remuneração e proporcionalidade, aprovados na destinação do superávit de 2007. A incorporação fez parte do acordo 2010 e já foi implantada, após aprovação pela PREVIC, para permitir que o percentual de 20% relativo ao benefício especial temporário de 2010 já possa incidir sobre o benefício global dos aposentados pós-98, contemplando o teto de 90% e a nova proporcionalidade da Parcela Previ.




