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A maioria das estatais é corrupta 

 

O governo quer amenizar o rombo fiscal reduzindo a dívida pública com a privatização de estatais federais. O secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar, tem confirmado a intenção do ministro Paulo Guedes de privatizar o maior número possível de empresas, pois a maioria, segundo ele, é corrupta.

 "Temos 134 estatais. A grande maioria, corrupta. Lembra dos Correios, da Petrobras, da Casa da Moeda... No caso dos Correios, tem o Postalis, que comprou títulos da Venezuela. O rombo dos fundos de pensão que este governo recebeu é de R$ 100 bilhões. Vamos parar com isso", afirmou o secretário, ontem, em São Paulo, no evento da XP Investimentos. Defensor do Estado mínimo, Mattar prevê que o valor potencial com privatizações e venda de participações  e  de imóveis da União pode chegar a R$ 990 bilhões.

 Analistas consideram, contudo, que esse número dificilmente será atingido, pois há muitas empresas que não devem atrair investidores. Além disso, as joias da coroa não estão na lista das privatizações, como Petrobras, Caixa e Banco do Brasil.

 Mas, com a sinalização de que a reforma da Previdência poderá ser votada na próxima semana no plenário da Câmara, aumentam as expectativas de que o governo avance com as privatizações. Segundo analistas, o momento de otimismo da Bolsa, que voltou a renovar os recordes, é propício para a venda de participações da União em empresas listadas no mercado acionário. No entanto, há dúvidas sobre qual será a agenda efetiva. "Falta apresentarem uma lista do que será privatizado efetivamente, porque isso ainda não está claro", disse a economista Elena Landau, que coordenou a privatização no governo Fernando Henrique Cardoso.

 

 

 

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