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Fusão entre BRF e Minerva volta a ser cogitada 

 A Minerva Foods estuda uma capitalização de pelo menos US$ 3 bilhões que teria como objetivo o fortalecimento de seu negócio para uma combinação de ativos com a BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão. Da união, se bemsucedida, nasceria uma empresa com receita anual de quase R$ 50 bilhões e avaliada em pelo menos R$ 35 bilhões na bolsa.

 As conversas dentro da própria base de acionistas da Minerva, segundo o Valor apurou, são preliminares e ainda não há estrutura pronta para entrar em fase de negociação com a BRF. Há um projeto em gestação, que inclusive já foi cogitado no passado, embora com algumas características diversas.

 A operação almejada é uma união de bases acionárias, de forma que os sócios da Minerva, após sua capitalização, sejam donos de cerca de 30% da BRF, por meio de um acordo de acionistas. Neste momento, a Minerva ainda está em conversas iniciais com seus próprios acionistas e potenciais novos entrantes.

 A despeito de ainda não haver uma oferta pronta, a ideia foi levada aos maiores acionistas da BRF, as fundações Previ e Petros, como sondagem preliminar para testar sua receptividade. Juntos, os fundos detêm 22% do capital da empresa de alimentos processados.

 Conforme o Valor apurou, não houve rejeição do plano. Mas não há ainda uma negociação com o engajamento dos acionistas da BRF, uma vez que a estrutura sequer está pronta. Mas, caso tudo corra como planejado dentro da Minerva, Previ e Petros poderiam até ser convidadas a fazer parte do acordo de acionistas.

 O desenho planejado é que a injeção de recursos na Minerva conte com aporte dos sócios controladores - a holding da família Vilela de Queiroz, VDQ, dona de 28,2% das ações, mais a árabe Salic, que possui 21,4% - e novos investidores.

 A Arlon, gestora da empresa de participações em agronegócio Continental Grain, é uma das maiores interessadas na operação, junto com a própria Salic, fundo de investimentos em agricultura da Arábia Saudita. Há tempos, a Continental tenta articular transações na qual entraria em BRF. Como maiores detentoras do capital, ambas seriam as grandes beneficiadas pela operação.

 Outro interessado é a Aguassanta Participações, holding de investimentos da família Ometto.

 Ainda que consiga colocar dinheiro na possível capitalização, a família Vilela de Queiroz deve ter sua participação bastante diluída. No passado, uma transação desse tipo, e que também contaria com dinheiro da Arlon, encontrou na diluição da família um foco de resistência ao sucesso do plano.

 No mercado, a operação é cogitada há tempos. As companhias já possuem um cruzamento de bases acionárias. A BRF é acionista da Minerva, resultado da venda de operações de carne bovina, desde outubro de 2014, e tem hoje uma participação de 11,6%.

 A informação a respeito dos planos da Minerva foi veiculada ontem pelo site Brazil Journal e provocou a alta das ações de ambas as companhias. Em um pregão no qual o Índice Bovespa fechou em queda de 2,40%, a Minerva subiu 4,58%, para R$ 8,00, e a BRF teve alta de 0,74%, cotada a R$ 24,57.

 Desde que entrou em crise, a BRF tornou-se um ativo almejado. Contudo, uma transação em dinheiro é considerada muito pouco provável, dado que o preço das ações em bolsa não desperta interesse dos acionistas da BRF de vender seus papéis. O caminho de uma combinação de ativos, que traria potencial de valorização à BRF, é melhor percebida por parte dos sócios da empresa.

 No conselho de BRF, a notícia dos planos da Minerva provocou algumas reações negativas. De acordo com fontes, a avaliação é que o modelo é positivo para a Minerva, mas não necessariamente para a BRF. "É uma boa transação, mas não sei se é um bom negócio", afirmou umas dessas fontes.

 O negócio significaria uma mudança drástica na estratégia defendida por Fernando Galletti de Queiroz, da família controladora e presidente da Minerva. Em entrevistas no passado a jornalistas, o empresário criticou a diversificação de proteínas, por entender que as sinergias entre os negócios de carnes de frango e suína eram pequenas. Para a BRF, significaria regressar ao negócio de bovinos, um setor que deixou em 2014.

 A Minerva divulgou comunicado ao mercado no qual disse não ter feito proposta à BRF. Esta última afirmou, por sua vez, não ter recebido nenhuma oferta. Petros e Previ não comentaram.

 

07/06/2018 - VALOR ECONÔMICO -SP 
 

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