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Gustavo Franco defende privatizar bancos públicos em programa do Novo 

 

No mundo partidário, não tinha aquele partido que representava o empresário, o empreendedor, o profissional liberal, o "conta própria", aquela pessoa que corre atrás", afirma o presidente da Fundação Novo, Gustavo Franco, durante teleconferência em que o expresidente do Banco Central e um dos formuladores do Plano Real, expõe o programa de governo do pré-candidato à Presidência João Dionisio Amoêdo (Novo).

 Para Gustavo Franco, "precisamos pensar um pouco fora da caixa" e defender as ideias de "uma economia do mercado, mais aberto, e com menos Estado". É o que estaria faltando num mercado eleitoral em que todos os partidos seriam, de alguma forma, estatistas, à exceção do Novo. Na teleconferência promovida ontem pela consultoria GO Associados, Franco defendeu um amplo programa de privatizações, de bancos públicos como o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e, "lá na frente, a Petrobras, por que não?".

 Ainda mais premente, diz, são as concessões de infraestrutura, de portos, estradas e novos investimentos que venham por meio das Parcerias Público-Privadas (PPPs). "Estão em jogo não só aspectos financeiros, como em muitas ocasiões, o saneamento é relevante. Mais investimento é também investimento em meio ambiente e em saúde pública", afirma Franco, ao mencionar o custo que a proliferação do mosquito da dengue causa à população, em boa parte devido à precária rede de esgoto, por exemplo, em seu Estado, o Rio de Janeiro.

 O ex-tucano, que foi filiado ao PSDB entre 1989 e o ano passado, quando ingressou no Novo, defende várias reformas: a da Previdência - em direção ao modelo de capitalização semelhante ao adotado no Chile -, a tributária, com a criação de um Imposto de Valor Agregado (IVA) federal e unificado, e a do Estado. Em sua opinião, é preciso repensar a estabilidade do funcionalismo público da União e dos Estados, já que o inchaço da "folha de pagamentos de ativos e inativos conflita com a Lei de Responsabilidade Fiscal e com o bom senso". "Daqui a pouco, o Estado só vai pagar folha, não terá recurso para fazer nem a manutenção do elevador", diz.

 O programa econômico de Amoêdo, destaca Franco, tem dois eixos básicos. No primeiro, está a redução do custo do capital, que inclui a necessidade de se voltar a fazer superávits primários, enxugamento da dívida pública e queda da taxa de juros. O segundo visa ao aumento da produtividade e defende, entre outras medidas, aquelas que melhorem o ambiente de negócios, diminuam a burocracia, ampliem o grau de abertura da economia ao comércio exterior e modifiquem as relações de trabalho. O plano do Novo defende que a reforma trabalhista, aprovada pelo presidente Michel Temer, avance ainda mais: "Há uma quantidade de encargos que onera o emprego formal e estimula o informal". A visão é a de que as relações entre capital e trabalho se deem menos sob o signo do confronto e "muito mais da solidariedade".

 A popularidade das ideias liberais será posta à prova nas urnas e, para isso, é preciso ir além do núcleo mais associado ao partido. "Quando a gente fala de empreendedor, é empresário, empregador mas também o sujeito que tem um pequeno negócio, o empresário da birosca, às vezes um negócio individual mas que tenha natureza empresarial. Essa gente que corre atrás tem um olhar sobre o Estado que não é mais aquilo de "Eu quero uma bolsa", "Quero um emprego público", "Quero uma graça"", diz Franco.

 

 

 

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