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Lucro da BB Seguridade cresce puxado por operacional 

 

A BB Seguridade, companhia que reúne os negócios de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil (BB), conseguiu compensar o impacto da queda de juros nos seus resultados e apresentou um crescimento de 3,7% no lucro do primeiro trimestre, para R$ 992,8 milhões. O desempenho foi bem recebido pelo mercado e as ações subiram 2,37% na B3, para R$ 29,66, e ficaram entre as maiores altas do Ibovespa.

 

O presidente José Maurício Pereira Coelho afirmou em entrevista ao Valor que e a empresa está empenhada em compensar a queda da Selic com a melhora operacional e que esse é o grande desafio do ano. "O resultado operacional melhorou 11%, um dado relevante e suficiente para compensar a queda do financeiro. O que tivemos no primeiro trimestre deve ser o que teremos durante o ano", disse. A seguradora reafirmou a sua meta de crescimento de lucro entre 1% e 5% no ano completo.

 

Os números do trimestre foram suportados sobretudo pela performance da BB Corretora, impulsionada pelo forte desempenho comercial no período. A empresa foi ainda beneficiada pela queda da sinistralidade no segmento de seguros e pelo crescimento das reservas em previdência, com forte desempenho em termos de volume de contribuições associado à queda no índice de resgates. Por outro lado, a redução da taxa Selic e da inflação afetou negativamente o retorno de títulos pós-fixados e dos atrelados ao IPCA na carteira.

 

O segmento SH1, que reúne seguro de vida, habitacional e rural, teve crescimento de 3,2% no lucro líquido e avanço de 9,1% nos prêmios emitidos, puxado por seguros rurais (51,2%) e habitacionais (9,9%).

 

Werner Süffert, diretor financeiro da companhia, explicou que a antecipação do crédito rural pelo Banco do Brasil beneficiou os resultados. Segundo ele, as linhas normalmente são liberadas a partir de junho e concentradas no terceiro trimestre, mas o banco decidiu antecipá-las para que os produtores pudessem comprar insumos num momento de menor demanda. "A antecipação facilita o planejamento do produtor e, com isso, ele também contrata os seguros rurais", disse o executivo. O ramo também foi beneficiado no trimestre pelo efeito menos severo do El Niño e a consequente queda na sinistralidade.

 

O ramo SH2, que concentra seguro patrimonial e de automóvel, apresentou prejuízo líquido de R$ 4,6 milhões no trimestre, ante um resultado positivo de R$ 50,5 milhões no mesmo período de 2016. A queda é consequência da piora do resultado operacional e financeiro nos três primeiros meses do ano. A companhia continua sofrendo com o ramo de automóveis, que possui maior competitividade e margens mais apertadas no mercado.

 

"Como a margem de subscrição é estreita, o resultado financeiro ajudava bastante a manter a rentabilidade mais próxima do mercado. Agora, com financeiro menor, temos mais dificuldade no curto prazo", explicou Werner Süffert. A expectativa é que o mercado em geral busque, a partir de agora, recomposição das margens e melhora dos números, na esteira da retomada da economia.

 

"Esse é o setor mais afetado pela economia. A melhora aqui será gradual, mas o importante é que o que acontece com a gente também acontece com as demais seguradoras", disse José Maurício Pereira Coelho, presidente.

 

A unidade de negócios de previdência, Brasilprev, continua em tendência de forte alta com avanço de 11,5% no lucro. O ramo foi beneficiado pelo incremento de 33,1% das receitas com taxa de gestão, em consequência da expansão de 32,5% do volume de recursos administrados, e pela melhora de 2,6 pontos percentuais no índice de eficiência.


 

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